Hoje eu vi um cavalo
Da janela do meu quarto
O rabo parecia ter vida própria
Eu ñ sabia se era o cavalo q balançava o rabo
Ou se era o rabo q balançava o cavalo
Da janela do meu quarto
O rabo parecia ter vida própria
Eu ñ sabia se era o cavalo q balançava o rabo
Ou se era o rabo q balançava o cavalo
Obs: Isso tah mais pra um soneto Hípico !
<--- * Vejam a foto de um verdadeiro cavalo-marinho!

Um comentário:
Hípico ou épico, talvez utópico, o avistamento de semelhante equino a partir do posto de observação localizado em seu dormitório reveste-se de uma espessa aura de mistério, suscitada pelo dilema proposto, de como teria o apêndice oposto ao focinho do citado quadrúpede sido agraciado com o Sopro Vital, adquirindo portanto auto-determinação e livre arbítro, podendo inclusive sacudir a cavalgadura que lhe deu origem, à revelia deste??
No entanto, nobre Manolo, a maior questão levantada por seu belo Soneto é a que segue:
QUE RAIOS FAZIA ESSE CAVALO ALI??????
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